terça-feira, 17 de junho de 2014

Andamento dos processos da URV



Como é de conhecimento dos nossos associados, o SINDICAMARA – CURITIBA, após as tratativas da fase administrativa (inexitosa, por infelicidade), recolheu a documentação para o ajuizamento das ações visando a recuperação das perdas ocorridas na conversão da URV.

Primeira etapa:

1 - Coleta da documentação e cadastramento;
2 - Divisão dos documentos por setores, conforme solicitação dos associados;
3 - Digitalização dos documentos e das fichas financeiras, por nosso escritório jurídico.


Segunda etapa:

1 - Separação e encaminhamento das fichas financeiras ao perito;
2 - Arrolamento dos servidores com falta de documentos e posterior encaminhamento ao Sindicato;
3 - Recebimento e conferência das perícias.


Terceira etapa:

1 - Elaboração e confecção das petições iniciais dos associados com documentos completos, divididos por setores;
2 - Final do mês de Junho: ajuizamento das primeiras ações perante a Justiça Estadual do Paraná, com recolhimento de custas judicias;
3 - Mês de Julho: ajuizamento semanal das ações;


Quarta etapa:

1 - Mês de Agosto: Envio de correspondência informando o número do processo e estimativa do valor a ser recebido pelo associado ao final da ação.

Café com Direito

No último dia 20 de maio, o Sindicâmara ofereceu um café para os servidores aposentados da
Câmara Municipal de Curitiba. O Café, patrocinado pelo escritório PPCS Advogados Associados de Porto Alegre, parceiro do sindicato, teve como objetivo dirimir todas as dúvidas sobre o processo da URV e prestar informações sobre a revisão de aposentadoria.

A palestra informativa ficou a cargo do advogado Josué Job que respondeu a todas as indagações feitas pelos presentes. O evento, também, proporcionou o encontro nossos servidores aposentados, dos quais muitos não se viam há algum tempo.

Foi uma tarde de reencontro. De confraternização. Com muita alegria e informação de interesse de todos.





segunda-feira, 9 de junho de 2014

Josete não assina emenda com 5,62% de aumento para o funcionalismo público



Professora Josete3
Professora Josete
Os tempos mudam de uma gestão para outra na Câmara Municipal de Curitiba. No passado, a vereadora Josete (PT) defendia aumento real e reposição integral das perdas anuais para o funcionalismo público municipal. Hoje, a realidade não é a mesma. Josete sobe a tribuna fala que o ideal seria um aumento de 5,62%, a reivindicação do Sismuc. Mas ela não tomou nenhuma iniciativa para corrigir o arrocho salarial que os funcionários terão a partir de agora. Quando Professor Galdino (PSDB) apresentou a emenda, a petista simplesmente se negou assinar. Possivelmente por ir contra os ideais da base de apoio.

Crise entre a Mesa Executiva e funcionárias da Câmara de Curitiba termina

21 maio
Brigada de Incêndio da Câmara de Curitiba
Os bombeiros não foram chamados para apagarem o incêndio entre funcionários e a Mesa Executiva da Câmara Municipal de Curitiba. O motivo da saia justa foi a nomeação de uma funcionária da casa legislativa para ser uma das 3 brigadistas que receberia uma verba de R$ 800,00 para ser incorporada ao salário. Os servidores viram na ação motivação política. Falaram em Q.I. (Quem Indica). Na quinta-feira passada, 15 membros da COPPRAF (Comissão Permanente de Proteção da Atividade Funcional) pediram demissão ao presidente Paulo Salamuni (PV). A servidora não havia realizado os 2 cursos mínimos para fazer parte do Corpo de Brigada de Incêndio. E um deles ela poderia ter feito no mês de abril. Na manhã desta quarta-feira foi selada a paz, após a confirmação do pedido de afastamento dela.

Terror instalado na Câmara de Curitiba


Palácio Rio Branco
A possibilidade da Mesa Executiva da Câmara Municipal de Curitiba de implantar a identificação biométrica criou pânico entre os servidores efetivos. A ponto de criarem uma mesa redonda para o dia 5 de junho, no Auditório do Anexo II, às 9h, para discutirem o assunto. Para o encontro bombar, os divulgadores do evento falam que os comissionados também serão submetidos à mesma regra. A tendência é que apenas aqueles que permaneçam nos gabinetes sejam obrigados a cumprirem o expediente. Os que trabalham nos bairros deverão assinar apenas os livros pontos. Desde o ano passado a casa de leis vem ensaiando a mudança, acompanhando as transformações ocorridas na Assembleia Legislativa do Paraná.

A confusão entre o público e o privado na Copa do Mundo




Anexo 3
A mistura entre o privado e o público vem sendo colocado a toda prova neste período de Copa do Mundo. Em Curitiba não é diferente. As concessões que o poder público fez para trazer o evento até a capital paranaense fogem do ideal e ferem o princípio da legalidade. O Tribunal de Contas deverá refletir sobre isso para acabar com to A mistura entre o privado e o público vem sendo colocado a toda prova neste período de Copa do Mundo. Em Curitiba não é diferente. As concessões das as tentações futuras. Na capital paranaense, o empréstimo para a Fifa do Anexo 3 da Câmara Municipal de Curitiba é o exemplo. Funcionários foram deslocados das salas e o estacionamento cedido para ser base da Hyundai, patrocinadora do evento e que possivelmente cederá vans e carros para transportar o pessoal envolvido com os jogos.
A Câmara Municipal de Curitiba é território Fifa. Não se pode mais usar a totalidade do estacionamento do Anexo 3. Os funcionários das empresas tercerizadas não poderão nem mesmo atravessar o espaço ou o estacionamento reservado. Até mesmo os funcionários foram retirados de algumas salas para que membros contratados da Federação Internacional de Futebol se alojem nas mesas. Parte da Câmara está isolada. Os funcionários terão que utilizar um portão lateral pela Visconde de Guarapuava. Essa ação mostra que Curitiba se vendeu muito barato para ter alguns jogos sem expressão na Copa do Mundo que começa no mês que vem.

Câmara de Curitiba busca a transparência

Paulo Salamuni
A Câmara Municipal de Curitiba vai discutir hoje um projeto que obriga a casa legislativa a publicar na internet o resultado das votações das sessões ordinárias. Durante os últimos 17 meses a atual gestão procura dar uma cara de transparente. Mas para chegar lá falta muito. O atual presidente Paulo Salamuni (PV) é mal visto entre os funcionários. Principalmente por adotar um discurso que fere os servidores. Nas últimas semanas, o grupo que trabalha no Cerimonial vem sendo obrigado a fazer três turnos na maioria dos dias. E todos que dobram não recebem hora extra e nem vale alimentação. Membros da brigada de incêndio renunciaram para que a política de nomeações para 3 cargos seguissem as diretrizes de uma comissão formada por trabalhadores.